Dos meus filhos cuido eu

postado em: Artigos
15/10

Ontem passeando pela rua uma moça que trabalha em um posto de saúde perto de casa me lembrou que hoje é dia de vacinação e pediu para que eu não esquecesse de levar meus filhos. Apenas assenti e continuei meu caminho. Eu só não dei uma resposta dura na hora porque não tinha mais tempo e também porque pessoas como ela que são pagas pelo governo de esquerda já sofreram lavagem cerebral há muito tempo.

Dos meus filhos cuido eu que sei cuidar deles muito melhor do que o Estado. O Governo ao invés de gastar dinheiro para prender os bandidos por aí ou arrumar recursos para aparelhar os hospitais apenas armam uma operação de mentira no qual pinga gotas inócuas na boca das crianças e diz que assim elas estarão saudáveis sem doença. Ótimo, então que eles fechem todos os hospitais públicos e fiquem curando o povo com essas gotas já que são tão milagrosas, é muita canalhice dessa corja que brinca com a saúde da população. Eu simplesmente não levei criança nenhuma para vacinar, eles que fiquem pensando que vão mandar nos meus filhos, eles não vão servir de cobaias para as experiências científicas deles. Jesus e seus 12 apóstolos nunca tomaram uma vacina que seja e todos chegaram ao fim da vida sem paralisia

ze gotinha

Pastor Moisés

Ex-Médium hoje evangélico

postado em: Testemunhos de Fé
15/10

Na década de 90 os celulares começaram a se popularizar, eu nunca achei graça naquilo, até que um dia o meu professor da quarta-série apareceu com um Motorolla na cintura. Toda turma ficou maravilhada com aquela obra concreta da tecnologia pós-moderna.

Um dia, por coincidência, o celular do professor tocou em plena sala. Uma canção chamada city bird ecoou na minha cabeça, senti náuseas, tudo rodou, vomitei e acordei na enfermaria, me notificaram que eu sofrera um ataque. Depois daquele dia passei a evitar aparelhos celulares.

Sempre que eu chegava perto de um aparelho, me sentia estranho, só de chegar perto eu ficava zonzo, como se ouviesse vozes me chamando, umas vozes abafadas. Disse que ouvia vozes quando me aproximava dos aparelhos e fui motivo de zombaria. Diziam que era tudo coisa da minha cabeça e que era para procurar um psiquiatra. Só me restou recorrer ao meu avô, um médium conceituado num dos maiores centro espíritas da região, a temível Casa da Vovó Conga de Angola. Ele me disse que isso não é um problema, na verdade é um "dom" que só grandes médiuns tem. Que eu estava conectado com o mundo espiritual.

Passei a meditar todo sabado com meu celular colado em minha testa com a ajuda de uma fita isolante. A cada meditação eu me sentia melhor, na primeira eu já estava menos zonzo, na segunda começei a ouvir umas vozes abafadas, e já na terceira percebi que essas vozes eram de pessoas conversando entre si, as ligações dos celulares. Meses depois eu fui aperfeiçoando minha mediunidade, e consegui me conectar à uma rede maior ainda, a World Wide Web, através da rede 3G.

Num fechar de olhos eu acessava pornotube, wikipedia, orkut, youtube, msn, etc; Também mandava e-mails pra galera, como se eu fosse um computador ambulante. Melhor de tudo nesse poder meu é que eu podia tirar notas boas sem estudar, era só pesquisar no google, foi assim que passei no vestibular. O unico problema é que eu ficava com uma especie de ressaca depois que ficava muito tempo "navegando", eu nem ligava pra isso.

Depois que me formei na faculdade, com o auxílio dos meus poderes mediúnicos resolvi prestar um concurso público. Fiz minha inscrição e não estudei nada, afinal de contas, com meus poderes, uma rápida pesquisa no google e eu encontrava resposta para todas as questões.

Cheguei no local da prova confiante, sentei na minha cadeira e segurei meu celular com a mão esquerda, no que fui informado pelo filho da puta do fiscal de que eu precisava guardar meu celular e relógio numa sacolinha, além disso eu não podia usar meu boné Von Dutche durante a prova. Fiquei muito nervoso, não havia estudado nada. Pedi licença para ir ao banheiro antes do início e ele disse pra eu me apressar, pois só restava cinco minutos para o início da avaliação.

Cheguei no banheiro suando bicas. Como faria agora? Sem contato com o celular eu não conseguia acessar a internet. Eu precisava pensar rápido. Minha única saída foi inserir o aparelho no meu ânus. Com auxílio de um sabonete líquido o coloquei rapidamente, doeu mas não havia outra alternativa. Voltei pra sala e me sentei, sentindo um incômodo muito grande.

Comecei a fazer a prova, cada questão era resolvida facilmente, bastava uma pesquisa. Com certeza eu seria aprovado e desfrutaria de um gordo salário, que me possibilitaria comprar um bom carro para pegar mulher.

Terminei a prova, faltavam apenas 15 minutos para liberarem a saída dos alunos. Eu só queria ir pra casa retirar aquele incômodo iPhone. De repente, uma ligação. O celular tocava a música Borboletas, da dupla Victor e Léo, e a vibração me fez levantar abruptamente. O fiscal me deu a triste notícia da minha desclassificação. Saí da sala correndo, em prantos. Montei em minha Honda Biz e saí muito abalado, chorando e soluçando.

Elevei a rotação do motor à enésima potência, os 12 mil giros por minuto imprimiam na motoneta uma velocidade altíssima, que se aproximava dos 100km/hora. Por estar emocionalmente abalado, não vi o coletivo Volvo que estava em minha frente e bati à toda. Meu corpo foi lançado por cima de um muro num terreno baldio, fiquei imóvel, todo quebrado. Fiquei lá por mais de uma hora, ainda consciente, mas não conseguia gritar para que me achassem. Usei minhas últimas forças para me utilizar de meus poderes espirituais e discar para o 194 e requisitar o auxílio dos bombeiros.

Fui internado na Unidade de Tratamento Intesivos. Felizmente só quebrei a perna, três costelas, uma clavícula e perdi a omoplata esquerda. Duas semanas depois me recobrei do coma induzido e pude conversar com meus pais. Contei tudo o que havia ocorrido, tentei explicar o porquê de terem achado um celular no cólon do intestino, mas eles não compreenderam de início.

Durante minha recuperação no hospital conheci o pastor Abimael, que se recuperava de uma cirurgia de retiradas de amígdalas. Como ele estava sem poder falar, nos comunicamos por telepatia, ele me disse das coisas de Deus e me encheu de palavras belas e sublimes. Neste dia pude perceber que desperdiçava meus dons com trapaças e malandragem.

Hoje fui convertido e sou conhecido como o Pastor do Celular, ministro cultos na Igreja Internacional todas as sexta-feira e hoje sou um vencedor em Cristo.

Pastor do Celular.

Pecuarista de Tatu pede ajuda

postado em: Fiel Pergunta
26/09

Pastor, ano retrasado tive uma idéia brilhante de investimento: Criar Tatu. Aqui em Imperatriz do Maranhão tem em abundância, cada exemplar custa lá seus 50 reais e são meio difíceis de serem pego, mas a carne é deliciosa.

Meu plano era fazer um buraco, acimentar, encher de terra e cercar. Depois ia colocar um tatu macho e uma tatu fêmea pra cruzarem, ia plantar uma roça de mandioca em cima e deixar eles se reproduzirem.

Claro, amarraria um barbante em cada um e na ponta colocaria uma vareta. Quando eles se enterrassem a vareta ficaria pra fora. Aí no momento em que já estivessem prontos pro abate era só eu puxar a cordinha. Bastante engenhoso, não é?

Os ovos eu colocaria na chocadeira elétrica mesmo, afinal, as fêmeas poedeiras cruzariam mais sem ter ovo pra esquentar.

Como ninguém nunca pensou nisso antes? O pessoal adora comer um tatu, mas nos açougues só se vendem vaca, porco e frango. Tatu é brasileiro, e nunca nenhum empresário pensou em fazer um criatório pra vender em massa.

Não perdi tempo, pastor, fiz um financiamento na Caixa Econômica Federal, aluguei 5 alqueires de terra, fiz uma empreita pra furada do buraco com pá mecânica, depois fiz as piscinas, enchi de terra e depois fui à caça. Capturei várias espécimes: Tatu-bola, Tatu-Canastra, Tatu-Galinha, Tatu-Rabo-de-Porco, Tatu-Péba, etc.

Formei os casais e coloquei cada raça separada numa porção e comecei a já oferecer tatus na cidade.

Antes que eu efetuasse qualquer venda levei um belo "fecha" do fiscal do Ibrahma, lá mesmo na propriedade em que eu era locatário. Fiquei recluso por um ano e cinco meses, fui multado, perdi toda a criação. Ou seja, me fudi feio. Agora, sem trabalho, sem recursos não vou conseguir saldar minhas dívidas com a Caixa.

Daqui uns dias perco o único bem que me resta, a minha casa está penhorada e vai à leilão se eu não quitar minhas descomponhas.

Pois acontece que agora não posso fazer outro empréstimo com o nome sujo. Também não quero ficar devendo pra agiota e depois levar tiro pelas costas. Quero pedir encarecidamente ao senhor que me empreste a quantia simbólica de 250.000 reais, tive outra iluminação do espírito santo: O que vai dar dinheiro agora é capivara e paca!

Josemar

Caro Josemar, fico admirado com sua disposição e coragem nos investimenos. Suas idéias são arrojadas e dinâmicas, se não fosse o seu problema com a fiscalização talvez você estaria rico hoje. A nossa Igreja contudo não faz investimentos na área de agropecuária, pois toda arrecadação é voltada para obras sociais.

O que posso fazer por você é só rogar à Deus para que seu caminho seja iluminado. Ore mais, frequente mais a nossa Igreja, contribua também. Tudo o que você falou só mostra que sua vida está amarrada, todo seu esforço em vão. O que é edificado em Deus prospera, o que não é, só tende a fenecer com o tempo. Tenha apego que tudo sairá como o planejado!

Torço para que seu negócio com capivaras dê certo!

A Paz.

Pastor Silas.

Bacanal no Mobral

postado em: Testemunhos de Fé
26/09

Pastor Roberval, meu nome é Valdomiro Reis, sou obreiro da Igreja Internacional de Itapipoca, Ceará. Há 17 anos, quando me casei, cursava a 2ª série do ensino fundamental (para adultos). Era uma vida sofrida, saía as 18h00min da construção e ia direto pra o colégio, sem tomar banho nem nada. Naquela época, minha família toda evangélica, sempre me apoiou pra tudo, continuamente me dando força pra seguir adiante nos estudos e lendo versículos da bíblia durante as refeições. Apesar de pobres, éramos felizes com a graça do senhor, e toda essa felicidade, certamente era provida pelo dízimo pago semanalmente ao pastor Malaquias.

mobral

Na minha sala, eram 26 pessoas, das quais só eu era purificado (evangélico).Todos os outros eram membros de gangues católicas denominadas “grupo de jovens”.Com pouco tempo, apesar da distância física que sempre sustentava, aqueles papos sobre orgias sexuais na sacristia, rodízio de hóstias e farra de vinho aos poucos fora me seduzindo, não por minha fé, mas pela pouca idade e tamanha ingenuidade.Eu, com 32 anos incompletos e eles com cerca de 17.Aliciado pelas promessas de prazer e satisfação, comecei a freqüentar aqueles recintos.

No início, eu era cobiçado por todos devido aos meus dotes másculos, as garotas e garotos faziam rodízio pra se satisfazerem às minhas custas. Com pouco tempo minha fama se espalhou, ganhei o apelido de Fanta-Litro, sendo posteriormente convidado a participar de um filme intitulado “brasileirinhas”. Aquele foi o início do meu calvário. Completamente endemoniado e possesso por espíritos silvícolas, entrei no mundo das drogas. Perdi minha família, meus antigos amigos do culto, minha honra e meus preceitos. Fazia sexo com qualquer coisa que se movesse no chão, homens, mulheres, cadelas bexigosas, sariguês famintos, mendigos leprosos e escapamento de carros. Tudo sempre motivado por apostas, mas que no fundo só serviam de pretexto pra meu ato. Sabia que tudo aquilo era fruto de uma força maligna.

Aos poucos comecei a emagrecer, meu corpo foi coberto de caroços que expeliam pus esverdeado, úlceras gástricas e hérnias abdominais. Todo dia pela manhã, devido à ressaca das drogas, fazia vômito nas calçadas, defecava sangue nas fezes e tinha cálculos renais. Quando fui socorrido por uma ambulância do HGE, lá fiquei sabendo que eu tinha o vírus letal da SIDA, Gonorréia, tuberculose, lepra, estomatite e infecção generalizada. Ao ouvir aquelas duras palavras da equipe médica, me lembrei dos milagres do Pastor Malaquias e resolvi fugir do hospital e procurar uma igreja evangélica. Devido a repulsa que todos tinham de mim, fui açoitado e jogado numa lixeira. Levei alguns dias desacordado,quando fui salvo pelo Pastor Roberval, que me levou para seu carro, me deu roupas, abrigo e uma palavra de alento.

Hoje, curado de todas aquelas doenças, sou um afamado obreiro da Igreja Internacional, pai de família e fiel seguidor das palavras sagradas dos pastores.

Chefe Católico, Assédio Moral

postado em: Fiel Pergunta
26/09

Pastor Silas, meu nome é Nicodemos Mourão, sou evangélico desde criancinha e um dizimista fiel. Ano passado comecei à trabalhar numa loja de auto-peças, fui fichado como funcionário de serviços-gerais. Tenho carteira assinada e ganho um salário razoável.

Infelizmente o gerente da auto-peças, Daltão, é católico e no início deste ano ele notou o broche com a pomba da Igreja Internacional preso ao meu peito. Ao me perguntar o que era aquilo lhe esclareci que se tratava do símbolo minha adorada Igreja. Ouvindo minha resposta ele gargalhou dizendo:

"Você é crente?! Rá, rá, rá, rá, rá!"

Foi aí que começou meu martírio. Como todo católico, o Daltão odeia crentes. Logo passou a me designar serviços mais degradantes, como lavar banheiro, varrer o chão, fazer café e lavar vasilhas.

Eu era humilhado, após os serviços eu ficava bastante sujo, mesmo assim ele me mandava fazer pagamentos nos bancos e ir aos correios. Eu entrava nas agências fedendo à suor e com a cara toda manchada de graxa.

Mesmo sabendo do meu culto diário às 18 horas ele me mantinha trabalhando até tarde para fazer fechamento de caixa. Qualquer vacilo meu era uma gritaria. Eu tinha tratamento diferente dos outros funcionários.

Sexta-feira passada foi a gota d'água. A privada dos mecânicos entupiu e ele me mandou ir lá arrumá-la. Me deu um par de luvas de borracha e um arame. Eu disse que não fui contratado praquilo. Ele riu-se e disse que sim, serviços-gerais englobava tudo. Tive que obedecê-lo.

Ao entrar no banheiro e sentir aquele aroma insuportável e ver aquilo tudo boiando senti um grande desânimo. Mas inspirado em Cristo, tomei coragem e enfiei meu braço lá dentro. Embora estando com luva a sensação era de que minha mão realmente estava naquela água marrom. Finalmente localizei o motivo do entupimento: uma grande massa disforme de fezes humana que bloqueava a saída d'água. Ao puxar pra fora me descuidei e a água entrou toda na borda da luva, a inundando com aquele líquido grotesco. Senti repulsa.

Após terminado o serviço fiquei sentado no banheiro refletindo nas palavras do pastor Dagoberto e imaginando se era aquilo mesmo que Deus tinha designado pra minha vida.

O que devo fazer pastor? Não posso pedir demissão pois estou pagando o financiamento da minha Fiorino 1990 à álcool na Caixa Econômica Federal.

Caro, Nicodemos, li seu e-mail vertendo lágrimas. Você não tem idéia de como me entristece ver um irmão protestante fazendo o labor incumbido somente às mulheres.

Não é fácil conviver com esta gente que acha que é cristã mas na realidade serve ao Satanás. Eu mesmo já passei situação parecida: no tiro de guerra, meu sargento e alguns cadetes eram católicos. Eu tentava manter distância e não ter nenhum tipo de contato com os imundos de alma, mas a diversão dos católicos é tentar diminuir o evangélico, talvez por inveja de nossa fé inabalável. Sofri grande perseguição por meu credo. Eu era obrigado à lavar o banheiro e na hora das refeições tinha que cuspir à distância no meu pedaço de carne pra ninguém tocá-lo, pois os católicos sabotavam meu almoço todos os dias.

Fico impressionado com o tempo que você suportou dentro desta empresa. Você já passou pelo batismo de fogo, agora é a hora de dar a volta por cima.

Meu conselho não é que peça demissão. Simplesmente não vá mais ao seu local de trabalho, não dê satisfação ao inimigo. Peça ao pastor Dagoberto que escreva uma carta de recomendação e procure amanhã mesmo um labuta verdadeiramente cristã.

Assim fazendo, creio que serás feliz e te livrará de todo o mal.

A paz,

Pastor Silas.