Chico Xavier e o Opala Maldito

postado em: Testemunhos de Fé
07/07

chico xavierSou mineiro. Sou de Uberaba, o epicentro do espiritismo, este mal que tanto assola nosso país.

Na decada de 70 eu trabalhava na linha de produção de macarrão EMEGE. Meu cargo era varrer os estilhaços de macarrão que se quebravam e ficavam no chão. Eu varria aquilo tudo e quando juntava num saco. Quando dava uns 50kg devolvia tudo pra máquina de produção pra fazer um macarrão de pior qualidade, que remetíamos para os estados de Goiás e Bahia.

Recebia dois salários, isso me dava um certo destaque na sociedade. Em pouco tempo consegui comprar minha Monark Barra-Circular vermelha. Meu passa tempo era modificá-la, coloquei raio grosso nas rodas, buzina, refletor, limpa-roda e até um farol de dínamo.

Tão logo estava melhorando de vida chamei a atenção dos espíritas, que notando minhas posses, quiseram tomá-las pra si.

Valdir trabalhava no escritório de contabilidades da EMEGE, era um negro muito forte e alto, com dentes brancos que chegavam a brilhar; Talvez por causa do contraste com a pele, muito escura.

O gongo das dezessete horas soou e montei em minha barra-circular e fui interrompido por Valdir, que perguntou:

- Ei, Jequião, espere só. Você conhece o centro espírita do Chico Xavier?

- Sim, já ouvi falar.

- Pois é, quero te convidar pra irmos lá hoje, os funcionários em peso vão.

Como naquela época era católico acabei me envolvendo com o espiritismo.

Iludido por toda aquela balela, acabei me tornando um frequentador assíduo, cheguei até a conhecer Chico Xavier pessoalmente, que como eu, era Atleticano fanático. Por causa da afinidade futebolísitica acabando nos tornando grandes amigos.

Nos nossos papos, regados à whisky e cerveja, acabei descobrindo que toda aquela "doutrina" não passava de uma farsa. Ele, embriagado, me contava todo o esquema de aliciação de novos membros. Eu, católico fervoroso, achava aquilo tudo uma graça. Gargalhávamos ao ler as cartas de seus admiradores, enquanto tomávamos litros e litros de Brahma Chopp e fumávamos charutos montecristo.

Mesmo com o sucesso do espiritismo, se alastrando por todo país, Chico ainda se recusava a receber dinheiro. Ele dizia: "Sangue-Bom, dinheiro pra quê? O importante é a fama, tá ligado? Com a fama a gente pode ter tudo o que quiser. Manjou?"

Nesta época fui iniciado médium. No centro-espírita recebiamos milhares de seguidores e eu 'psicografava' cartas e livros. Eu usava uma escuta, no ouvido esquerdo. Os chefões do esquema passavam as mensagens, vagas e genéricas, com as informações necessárias (nomes dos familiares e causa da morte) para enganar os fiéis.

Tudo era matematicamente planejado. Chico, que era o garoto-propaganda do movimento, não era muito ligado à bens materiais, mas era um cara que gostava de curtir a vida. Sua fama lhe permitia ir à qualquer restaurante mineiro e não pagar nada.

Um dia ele apareceu lá em casa buzinando, com seu óculos escuros Ray Ban e sua boina italiana. Estava num Opala 6 cilindros bege novinho. No som tocava Evaldo Braga na maior altura.

- Entra aí, sô. Bora dar um pulo no cabaré.

- Onde você conseguiu este carro, Chicão?

- Uai, sô. Doação, tá ligado?

- Vixe! Pé na tábua!

Fomos ao cabaré mais conceituado de Uberaba. Lá enchemos a cara do melhor whisky, e agraciados com as mais belas mulheres. Tive com uma linda, chamada Hilda Furação.

Nós dois muito embriagados e ele disse que tínhamos que ir embora imediatamente pra Belorizonte, porque haveria o culto do lar cedo. Ponderei e disse que era melhor dormir em Uberaba e ir no dia seguinte.

- Porra, Jequião, temos que ir agora mesmo. Deixa de ser bixa!

- Tá bom, Chico, mas vá devagar

- Vá lá.

Pegamos a BR-262, falei pra Chico ir com cuidado mas ele estava apressado pra chegar em Uberaba. Colocou 180km/h no Opala, fazia ultrapassagens perigosa. Mesmo rápido ainda não se contentava, ficava dizendo: "Corre, porra, corre!"

Talvez consumido pela embriaguez do legítimo whisky escocês Johnny Walker, ou talvez pela velocidade alucinante em que trafegava por aquela rodovia federal tão esburacada, ele não notou o bicicleteiro que andava vagarosamente próximo ao acostamento. Tentou desviar, frenou o carro com tudo mas o acerteu em cheio. Capotamos o carro: 5 vezes no ar e 17 vezes no chão.

Acordei no hospital e fui informado que seria preso pelo sequestro de Chico Xavier. Fiquei confuso na hora, mas depois fui saber de tudo. Chico me acusara de sequestro pra 'tirar o dele da reta'. Ele era um cara muito egoísta e não se importava com ninguém. Mais tarde fui saber que não tinha culto do lar coisa nenhuma, ele estava apressado pra ir assistir o jogo do Galo no Mineirão.

Fui julgado e preso, afinal de contas era a minha palavra contra a dele. Fora esta injustiça ainda tive minha foto estampada na primeira página do jornal Estado de Minas, taxado como seqüestrador e lunático.

Fiquei 10 anos preso e quando saí fui vítima de preconceito, ninguém me aceitava como empregado e sequer alugariam casas pra mim. O espiritismo estava atrelado à sociedade mineira de forma escandalosa. Eu havia de fazer alguma coisa, decidi à lutar contra esta doutrina. Foi aí que conheci o pastor Silas, que na época importava queijo-minas e os levava pra Goiás em sua Fiorino Prata 1.6 à álcool.

Estava andando pela rua e ele passou em sua camionete carregada de queijo. Parou pra me pedir informação e eu falei:

- Não passa por esta rua não, é cheia de espírita. Passe pela avenida.

Ele riu-se, e disse que também repudiava os espíritas. Ele estacionou a camionete e relatei toda minha história. Seus olhos verteram lágrimas, foi a única pessoa à se sensibilizar e a acreditar em mim piamente. Me convidou para ir para o estado de Goiás, onde estava alicerçando sua igreja. Aceitei prontamente e fui disciplinado no evangelho protestante.

Hoje estou salvo e sou um pastor conceituado da Igreja Internacional, voltei para Uberaba e hoje ministro cultos todos dias às 18 horas.

Pastor Jequião Barreto.

Epilepsia e Espiritismo

postado em: Testemunhos de Fé
05/07

Meu nome é Oséias, nascido e criado em lar espírita. Desde pequeno fui educado através do doutrina de Allan Kardeck, patrono do espiritismo. Freqüentava o centro-espírita aos finais de semana receber o passe e ouvir toda aquela conversa retórica e falsa do sujeito que ministrava as palestras.

Minha família achava que era superiora às famílias verdadeiramente cristãs por sermos espíritas. Sempre na hora do jantar minha mãe falava mal de suas colegas de trabalho, evangélicas, e de como elas eram ‘ignorantes’. Meu pai, na época desempregado, ria muito ouvindo aquilo enquanto tomava uma lata atrás da outra da cerveja Kaiser, estupidamente gelada.

Essa sensação de superioridade e soberba nos trazia certa satisfação. Mas a nossa cegueira espiritual e a falta de religião acabou nos causando problemas, e tudo recaiu sobre o elo mais fraco, eu, que na época tinha só 15 anos de idade:

Depois de assistir sessão da tarde na globo (Estalone Cobra), fui tirar um cochilo em meu quarto.  Ao me deitar vi tudo escurecer e saí de mim. Acordei no hospital. No que acordei fui informado que sofrera um ataque epilético, mas eu não me recordava de nada.

Fiquei muito preocupado, me submeteram à dois dias em observação, e depois de uma consulta um médico muito sem-vergonha(católico) que não manjava era nada me receitou um remédio chamado Gardenal.

Comecei a consumir este Gardenal que mais me prejudicava do que beneficiava. Ficava grogue, olhando pro nada o dia todo e meu pensamento ficava vagando com idéias absurdas e loicas. Tomava o medicamento e ficava em meu quarto escutando Raul Seixas o dia inteiro.

Como o remédio não surtiu efeito, pois tive outros ataques, minha mãe buscou ajuda no centro-espírita. Trouxe um pote de pomada do Vovô Pedro e untou minha testa. Mal sabia ela que ao invés de me ajudar estava era me prejudicando, pois aquela pomada estava carregada de entidades de umbanda, uma legião adentrou em mim. Fui possesso pela entidade Chico Xavier e tive um ataque tão terrível que comecei a sentir meu corpo tremer violentamente. Estava no quarto quando o ataque começou e  acordei no quintal todo sujo de terra.

Meus pais ficaram muito preocupados, e quanto mais eu sofria com o male mais eles se apegavam à mesa-branca. Mas, claro, quanto mais eles me levavam no umbanda, mais eu era afetado.

Em certa ocasião, durante uma sessão espírita, na hora do sacrifício fui acometido por um ataque. O pai-de-santo, ao me ver sendo acometido pela maleita, utilizou aquilo para fazer uma média com os membros: disse que eu estava possuído por Jesus Cristo, que segundo ele, era um ser maléfico, inimigo do espiritismo.

Nesta época eu queria acabar com minha vida para pôr fim àquele sofrimento. Tinha ataques toda hora, na rua, no colégio, no cinema, na fila do banco, no vestiário do campo de futebol, nas rinhas de galo e até no meio das partidas de RPG que eu jogava.

Um dia após sair do colégio fui iluminado pelo Espírito Santo, ele vira meu sofrimento e resolvera me ajudar. Achei por acaso um panfleto pregado num poste de iluminação pública:

igreja internacional

Ao ver este panfleto, olhei para a foto de pastor Abimael e percebi que se tratava de um homem santo, senti que tinha que ir ao encontro dele. No mesmo dia fui à Igreja e contei de todo meu problema, dos medicamentos que tomava e não resolviam nada, do meu sofrimento.

Ele me encheu de palavras belas e sublimes. Foi neste mesmo dia em que descobri a bíblia, que era veementemente proibida nos cultos de candomblé que eu partiicipava.

Abimael disse que meu problema era de cunho espiritual, eu estava possesso por uma legião. Seria necessário uma intervenção e uma sessão de descarrego em meu lar.

Ao chegar em minha casa foi recebido por meu pai, que disse sutilmente: “Na minha casa não entra cachorro, puta nem crente! ” Ao ouvir esta ofensa Abimael colocou a mão sobre a face de meu querido pai e disse: Saia legião!

Meu pai caiu para trás e ficou apagado.

Em seguida Abimael estremeceu e sentiu uma energia muito maligna vindo de meu quarto, revirou a minha cama e achou o causador de minha doença: Embaixo do meu colchão estavam várias revistas VEJA, que minha mãe usou para forrar a cama, pois eu sofria de incontinência urinária durante os espamos.

Ao ver aquelas revistas Abimael enfureceu-se e ateou fogo em todas. Depois me explicou o mal que estava  contido naqueles textos pretensiosos e carregados com propaganda comunista petista e psdbezista, além das colunas da umbandista Lya Luft, o toxicômano Millôr e o servo do diabo, Diogo Mainardi.

Hoje estou totalmente curado e me tornei um conceituado obreiro na Igreja Internacional, meus pais conseguiram se livrar do espiritismo, graças ao bom Deus, e hoje formam um casal de idosos mais feliz do nosso abençoado bairro.

Oséias Delgado.

Fui universitário mas me salvei

postado em: Testemunhos de Fé
05/07

Bom dia excelso Pastor Silas. Venho por meio desde e-mail, expor um breve relato a cerca dos últimos acontecimentos que potencializaram a minha fé no Senhor. Espero que à luz deste testemunho, muitos dos seus calorosos fiéis possam vir a reforçar seus laços com a mensagem do nosso senhor Jesus Cristo.

Eis que mesmo sendo de família evangélica, desde cedo possui um singelo interesse pela filosofia, pois tive a oportunidade de ler São Tomás de Aquino e Santo Agostinho. Considerei augusta a tentativa de ambos pensadores em não segregar fé e razão, mesmo sabendo que estes pensadores por serem católicos eram pedófilos voluptuosos, e desse modo, tiveram em sua morte que encarar a julgamento divino, queimando assim por toda a eternidade no opulento fogo negro do tártaro.

bolchevique leninPensei em cursar Filosofia, pois uma voz dentro de mim sussurrava para que eu penetrasse nessa senda. A priori acreditei que tal voz era o canto do nosso amado e louvado Senhor Jesus Cristo, mas a medida que eventos funestos começaram a emergir em meu caminho, percebi que a voz que outrora ouvira, só poderia ser o tom sórdido e bestial da voz do príncipe das trevas, popularmente conhecido como “capetinha”, “vira-caixão”, “cão-zulu”, “capiroto”, “quebra-mola”, etc…

Convicto que essa voz interior era um chamado do senhor, estudei e passei no vestibular da universidade mais concorrida do país, a famosa Universidade de São Paulo (USP), e logo iniciei minhas atividades acadêmicas dentro do curso de filosofia.

Mas para minha paura, logo no primeiro mês de aula já me deparei com situações aterrorizantes.
Nos intervalos das aulas, eu sempre orgulhoso de minha fé no senhor e na certeza de que era possível conciliar fé e razão, debatia inocentemente com os outros alunos, que sempre reagiam com agressividade e austeridade, proclamando cachotas contra a minha pessoa, e heresias contra a palavra do Senhor. Discursavam as maiores blasfêmias que ja ouvi na vida, como por exemplo que havia provas da existência de personagens mais antigos que Cristo, tais como Tales de Mileto, Pitagóras, Sócrates, Platão e Aristóteles, (naturalmente todos estes pederastas, libertinos, pagãos e amantes de Satanás) ao passo que não havia nenhuma comprovação histórica da existência de Jesus Cristo.

Com o passar dos dias, sempre as retóricas se tornavam mais agressivas por parte daquela horda de estudantes draconianos iconoclastas proxenetas do capeta e consumidores de ópio e de dvd´s do calígula, além de frequentadores do reduto satânico paulista, a Praça Roosevelt, com seus antros demôniacos como o Teatro Sátiros, responsável pela disseminação da satânica poesia maldita de Marquês de Sade e Nelson Rodrigues.

Depois destes sombrios eventos percebi que a voz interior que havia me conduzido até aquele nefasto altar de adoração ao Diabo, também conhecido como Universidade de São Paulo, não poderia ser emanação do nosso Senhor Jesus, e por fim concebi a hipótese de que seria fruto do quebra-mola, Satã.

Rapidamente abstive-me das atividades acadêmicas, e nunca mais pisei naquele templo das trevas. Concluí por fim que jamais a razão será uma manifestação da gloriosa luz do nosso senhor Jesus Cristo. Aleluia!

Por Ambrósio Inácio Pereira da Silva.

O Segredo da Maçonaria

postado em: Testemunhos de Fé
05/07

maconaria

Depois que meu pai morreu eu perdi totalmente a fé em Jesus, parei de ir na Assembléia de Deus e me envolvi com uma galera da pesada. Todos os dias eu ia num barzinho e tomava cerveja Antárctica e comia espetinho de coração de frango, frango com bacon, asinha de frango, lingüiça, alcatra, quitute, caninha ypioca, et cetera.

Foi aí que conheci o Lucrésio, um cigano que freqüentava o mesmo bar, todos os dias lá pelas 18 horas. Um dia estávamos conversando sobre religião. Quando questionei a dele, sorriu com aqueles dentes de ouro, levantou-se da cadeira, sacou um punhal de prata cravado de diamantes e empunhando-o em riste bradou:

- Eu sou Maçom !

Neste momento, todos no boteco ficaram assustados, alguns até sairam. Por curiosidade, perguntei pra ele como eu ingressava nesta sociedade secreta (Tinha ouvido falar que existia um segredo). Ele me respondeu que bastava ir numa reunião com ele e alguns seriam escolhidos pra entrar.
Primeira reunião, era com os novatos. A igreja deles se chama ‘Loja’. Chegamos lá na loja, muito bem organizada por sinal, tinham umas cadeiras organizadas em círculo, nos sentamos e o ‘Arquiteto’ como era chamado começou a introdução e ensinou os preceitos básicos da fraternidade maçônica: Adquirir poder econômico, Força Política e Acabar com o Cristianismo.

aleister crowley Naquela época eu estava com raiva de Deus, por ter levado meu pai, e acabei me envolvendo mais e mais nesta sociedade, até que chegou o dia de minha iniciação. Eu ainda estava por descobrir o segredo da maçonaria. Cheguei na Loja, Lucrésio estava lá pra me receber. Entramos na sala principal e em seguida numa outra sala que eu nunca havia visto, ele então abriu um alçapão oculto sob o tapete, que levava à câmara secreta no sub-solo. Estava escuro, Lucrézio acendeu as velas vermelhas e pude ver então, a sala estava repleta de membros vestidos com uma túnica preta, encapuzados, no centro um círculo com um pentagrama e uma representação de um bode. Fui surpreendido por dois membros me segurando violentamente. Fui despido e me prenderam num cavalete medieval pela cabeça e braços. As pernas foram trancafiadas por uma pesada corrente. Fiquei imóvel, nu, rodeado de maçons e sem saber o que estava ocorrendo. Ao falar, tive a boca cerrada por uma fita isolante silvertape.

Foi aí que deram iniciação ao ritual. Neste momento perdi a minha hombridade, sofri a maior humilhação que um homem pode sofrer. Os membors começaram despir-se de seus trajes de rito e um por um me penetrou analmente, após terminado o ritual, retiraram a minha mordaça e disseram:

- Agora você irá negar Cristo por três vezes.

Respondi:

- Jamais !

E instantaneamente recebi uma chicotada nas nádegas, escorreram lágrimas em meus olhos. Resisti até onde um ser humano pode. Mas a dor era insuportável e neguei Cristo três vezes. Neste momento não havia mais Deus em meu coração.

Quando terminaram a sessão de sodomia e espancamento eu só pensava em morrer. Foi aí que o Grão Mestre apareceu e disse: Este é o segredo dos Maçons ! Agora você é um de nós ! Soltem-no e vista-o.

Ainda dolorido e desesperado questionei ao grão mestre:

- O segredo da maçonaria é ser enrabado ?

Ele riu-se e disse que sim, mas que agora eu era um integrante e poderia enrabar os novos membros. Em seguida me deu um livro. Era a Bíblia do Diabo, escrito por Aleister Crowley, ele disse que ali estava tudo o que eu precisava saber e amanhã eu podia entrar no meu novo emprego, um cargo comicionado na prefeitura da cidade. Eu iria receber 5 salários mínimos. Isso me deixou dividido, pois a agressão que eu havia sofrido me fez ter vontade de matar todos ali, mas aquele salário podia mudar minha vida pra melhor. Então por causa de minha ganância e vaidade, acabei aceitando este emprego na prefeitura e me tornei um membro integrante da maçonaria.

bathometPor 2 longos anos, trabalhei na prefeitura de minha cidade. Com este novo salário pude comprar meu primeiro carro, dar entrada na minha casa própria, comprar televisão de 29 polegadas, som, computador, internet. Mudei de vida, saí daquela pobreza. Mesmo com isso tudo sentia um vazio no peito e que faltava algo em mim, e aquela noite em que fui violado ainda me assombrava. Eu ainda ia em todas as reuniões venerar Satã. Iam até subir de ranking, tornar-me-ia um engenheiro. Gostava das iniciações e tal, mas meu coração me mostrava que não era aquilo que eu queria.

Certo noite sonhei novamente com a noite em que sofri os abusos de pederastia. Acordei suado em prantos, peguei minha velha agenda e telefonei para o pastor Silas, da Assembléia de Deus, pedi desculpas por acordá-lo e pedi que ele fosse até minha casa, pois eu precisava desabafar com ele.

Ele é um homem muito bondoso, prontamente chegou em casa e perguntou o que me aflingia. Contei toda a história pra ele, e contei que havia negado Cristo. Ele me contou que apesar de eu ter negado Cristo ele não havia me negado e eu ainda era filho dele. E que eu precisava buscar o perdão de Deus para encontrar a verdadeira salvação. Depois de receber esta revelação, senti meu coração se encher de amor em Cristo novamente, e me arrependi amargamente de tudo que havia feito.

No dia seguinte, fui até a loja para me desligar completamente daquela instituição maligna chamada Maçonaria, mas não foi tão simples como pensei. O Grão Mestre me chamou para sua sala particular e me disse rindo:

- Ninguém sai da maçonaria. Só morto !

- Então me mate! – respondi retirando a sagrada bíblia do bolso!

Ao empunhar a bíblia, o Grão Mestre revelou sua verdadeira face. Num movimento de repulsa ele grunhiu e pude ver suas presas e seus olhos em braza.

- Agora eu sou de Cristo novamente ! Aqui você não manda, Satanás ! Vade-Retro !

O Grão Mestre tão imponente rastejou pela sala, foi a última vez que adentrei naquele recinto imundo.

A partir daí, dediquei minha vida somente ao Senhor para redimir todo mal que eu havia causado.

Hoje sou um respeitado pastor na Assembléia de Deus e ministro cultos das 18 às 20 horas todas as quarta-feiras.

Jesus, meu super-herói

postado em: Testemunhos de Fé
04/07

Olá, bom pastor. Antes de contar minha historia de superação gostaria de dizer como admiro seu trabalho de conscientização espiritual que através de seu blogue, espalha a palavra de cristo pelos cantos escuros desse mundo tão cheio de falsos cristãos, católicos, ateus e filhos de satã. Queria dizer o quanto sou grato, pois uma das luzes que me guiou ao caminho de Deus foi este blogue no qual agora conto minha historia de benção.

superomeBem, pastor. Tudo começou quando terminei meu curso no ensino médio e resolvi cursar a faculdade de história, pois sempre amei a história antiga e os tempos bíblicos; Este, pastor, foi meu primeiro grande erro, pois assim que as aulas começaram me senti deslocado, me via no meio de um rebanho perdido. Eu, e apenas eu, era evangélico em minha turma de faculdade e todos os meus colegas de curso eram terríveis ateus perdidos nesse mundo; se envolviam com drogas, criticavam minha religião e me deixavam de lado, por vários meses minha única companhia era a palavra de Deus que iluminava meu caminho… Mas nesse momento meu de solidão e fragilidade, por estar morando só, longe da minha cidade e conseqüentemente da minha família (e da minha igreja), o demônio veio a me influenciar…

Minha necessidade de me relacionar com as mulheres promíscuas e os homens perdidos de minha sala me fizeram esquecer do que realmente é necessário. Os ensinamentos de Cristo!

Um dia, cheguei mais cedo no campus e me pus a ler os livros da matéria do dia, mas uma coversa irritante na mesa do lado tirava minha concentração: Eram dois dos ateus de minha sala discutindo coisas sem sentido, vomitando nome de ídolos pagãos com tamanha devoçao que naquele momento percebi que estava lidando com satanistas e não ateus. A conversa se seguia assim:

-Mas é logico que Tór venceria um duelo contra o Super-homem! Ele tem poderes do deus do trovão – dizia um deles energico.

-Você está louco, o Super-homem tem super velocidade, Tór nem veria o que iria acerta-lo! – retrucava o outro.

-E Rulque versus Volverine?

-Volverine ganhava, claro, ele tem fator de cura.

-Mas o Rulque é muito mais forte, partiria ele no meio…

A discussão rendeu horas e eu de cabeça baixa ouvia cada um dos argumentos das duas almas perdias, sentindo muita pena daqueles dois e de seus ídolos gregos.

Assim que a discussão se encerrou um deles notou minha presença e como a cobra dando a maçã para Eva, me entregou uma revistinha e disse:

-Natanael? Esse é o seu nome, né? Eu estou na sua classe de Historia Antiga I, percebi que você estava observando aquele Marvete bitolado discutir, não é?

Eu apenas respondi balançando minha cabeça positivamente, sempre olhando para baixo com medo de que ele me passasse mau-olhado. Peguei a revista em minhas mãos e olhei para capa. Era uma revista com desenhos coloridos e interessantes, feitas para seduzirem os jovens; A arte na revista era um subterfúgio para que as obras de Satanás entrassem na minha vida. De fato aquela revista, chamada “Whatchmen” foi escrita por um grande chefe de uma seita satãnica, chamado “Alamur”, essa revista, foi a primeira de muitas que o meu novo “amigo” me emprestou, após ler Whatchmen e seu falso deus o “Dr Manhattan”, li varias outras revistas de personagens com temas pagãos, satanistas e de ubanda…

Havia personagens poucos sutis quanto a sua relação com o capiroto, como o “Batman” e seus chifrez e capa negra, (relaçao obvia a imagem do demonio) e outros piores como Daredevil e “Etrigan” o homem-demônio.

etrigan

Por meses lia as revistas e me perdia mais e mais, longe da luz divina de nosso Senhor. Eu me tornara mais e mais viciado, afinal de conta estas revistas horríveis são como drogas! Gastava o pouco dinheiro que meu querido pai me mandava para pagar as contas de casa em encadernados caríssimos dos meus personagens e símbolos de adoração. Um dia, após ter fumado maconha junto com meus amigos “DCnaltas” (esse era o nome da seita que havia me afiliado, onde Super-homem e Mulher-maravilha e Batman eram a tríade, nossos maiores ídolos de adoração) próximo à faculdade onde estudava, quando de repente um enorme barra de ferro de 18 polegadas fora atirada violentamente contra a cabeça de um de meus companheiros. Era a gangue rival, os Marvetes, que adoravam ídolos menores de um universo menor, como o Tór(deus pagão nórdico) Volverine(um homem com garras de ferro), e Rulque (um homem que quando possuído pelo demônio ficava verde e com pescoço intrínseco).

A gangue rival estava irada, pois historias corriam que na grande São Paulo, longe de Uberlândia (onde fazia minha faculdade), uma batalha entre gangues locais ocasionou na morte de um dos grandes adoradores de vólverine por um DCnalta portando um extintor de incêndio. Assim os Marvetes de todo Brasil estavam caçando e eliminando grupos de DCnaltas… Meu companheiro estava sangrando no chao enquanto os Marvetes drogados gritavam coisas sem sentido para nós. Eu peguei um tijolo furado que estava próximo ao meio-fio onde estávamos sentados e fui de encontro dos Marvetes que me cercaram enquanto os meus companheiros de Gangue fugiam desesperados.

Em desvantagem fui acometido por uma série de pontapés, dezesseis “telefones”, uma voadeira ninjitsu, três ‘pisão’ e finalizaram com o famoso ‘Alecfu’. Caído no chão, semi-desacordado e sangrando, foi quando senti dentro de mim um calor intenso. Era o divino Espirito Santo que se comunicava comigo, me senti protegido, em sintonia com Jesus, coisa que não sentia desde quando comecei ter meus falsos ídolos. Senti uma vontade enorme de gritar, e assim o fiz. Quando levantei a cabeça vi os Marvetes jogando seus paus e pedras no chão e batendo em retirada. Quando olhei pra cima vi um vulto brilhante voando para os céus em uma roupa vermelha e azul, seus cabelos eram longos e seu rosto era coberto por uma barba. Era ele mesmo, Jesus! Jesus, o filho de Davi havia descido dos céus para salvar essa ovelha desgarrada que vos fala.

Depois daquela fatídica noite, procurei um templo em Uberlândia e voltei a ser um fiel fervoroso de Jesus, consegui trazer outros que como eu haviam cedido aos demônios das revistinhas e hoje em dia abandonei a faculdade por perceber que faculdades são na verdade o antro da ignorância no pais, onde todos estão muito longe da graça de Deus e pretendo agora seguir carreira como pastor para iluminar a vida dos outros HQzeiros perdidos!