O Motoqueiro

postado em: Testemunhos de Fé
04/07

Comprei ano passado uma Suzuki Intruder 125cc verde escuro, ela era de segunda-mão. Sempre quis ter uma moto, e meu amigo me ofereceu ela bem barata, tive que comprá-la. Ela tem partida elétrica mas não tem a partida de pedal, um ponto negativo, infelizmente. Incrementei ela aos poucos, coloquei o peão de 17″ da Honda CG no lugar do peão original, rebaixei o cilindro e ela passou a pegar 140km/hora, antes não passava dos 90.

motoqueiro

Me divertia muito com essa moto, ia pra faculdade, tirava onda com as gatinhas, empinava. Quando não tinha nada pra fazer em casa eu dava uma voltinha. Gostava tanto dessa moto que até cogitei tirar habilitação.

Era tanta badalação que eu mal tinha tempo pra Deus, eu nem mesmo sabia quem era o Jesus, o protagonista da bíblia.

Minha principal diversão fora a moto era tomar um aperitivo, que eu não sabia que era obra do Diabo ainda, era a cerveja. Tomava uma todo dia no bar do Divino Perereca, depois saia sossegado passeando.

Foi quando a falta de Deus em minha vida começou a começou a me prejudicar. Sofri três acidentes consecutivos.

O primeiro foi quando saí da casa de uma amiga minha que se recusou a estabelecer relações amorosas com minha pessoa. Saí de lá bem alcoolizado e nervoso, ao virar a esquina bati a moto no meio-fio e levei um tombaço. O pior de tudo foi que ela ficou olhando e nem me ajudou. Me recompus e averigüei os danos, nada de muito grave, o mata-cachorro salvara a moto.

O segundo foi na avenida mais movimentada da cidade, bem em frente ao point, que estava lotado de gatinhas e a galera da faculdade, todo final de semana era o ponto de encontro da galera. Eu vinha descendo com a moto prestando atenção no giro de rotação e nem vi um rapaz afro-descendente com uma bicicleta batendo papo e parado no meio da rua. O impacto me jogou no asfalto e rolei bem umas 5 vezes. Os descupados que lá estavam fizeram o maior ‘Auê’, gritaram: ‘Vai, cachaceiro!’. A moto ficou bem arranhada, mas nada de grave novamente. Desta vez fiquei muito triste porque fui humilhado por praticamente todos os jovens da cidade, haja visto que eu moro no interior.

O terceiro e pior quase me matou. Eu, completamente embriagado, descia a rua de casa em alta velocidade quando um carro deu ré para sair da garagem e não deu tempo de desviar. Passei por ima e caí no asfalto, quebrando meu membro superior esquerdo. Gritei de dor e sujeito ainda fez pouco caso, dizendo: “bêbado de novo pra variar, né, safado?” Ele ligou pro meu pai, disse que eu bati porque estava em estado etílico. O meu pai chegou lá uma fera, me levou pro hospital, tive o braço engessado e retornei pra casa. Fiquei quase um mês sem mexer com a moto, papai passou a me levar de carro pro curso.

Cansado de ir de carona resolvi arrumar a moto. A parte mecânica de funcionamento estava perfeita pelo visto, só tinha empenado a bengala. Levei a bengala na torneadora e a desempenaram. Após o procedimento ficou boa, mas notei que a bengala estava vazando óleo, liguei pro mecânico e ele disse que eu precisaria arrumar um retentor novo e que não ia ser fácil arrumar, porque na cidade só havia peça da Honda e da Yamaha, teria que buscar na capital. Mesmo assim dei umas voltas procurando o retentor.

Foi aí que conheci Silas, ele estava instalando um som no seu Toyota Corolla prata. Perguntei se alguém ali na lojinha sabia de retentor da Suzuki e o pastor se aproximou. Me disse que retentor só havia um, Jesus Cristo Retentor, e me encheu com palavras belas e sublimes. Conversamos bastante, lhe falei dos meus três acidentes e ele me explicou os motivos das quedas, a falta de Deus. Passei a frequentar o culto a partir daquele dia mesmo.

Hoje venci em Cristo, fui erguido obreiro e nunca mais caí de moto nem toquei em bebida álcoolica.

Que fique registrado meu testemunho.

Obrigado Silas.

O Terrorista de Cristo

postado em: Testemunhos de Fé
04/07

Meu nome é Manoel, sou evangélico e agora militante. Tudo começou no colégio onde estudo, Lyceu. Lá tem um grupinho de católicos e espíritas que adoram ‘tirar onda’ com os evangélicos. Pura inveja, pois a galera crente sempre tinha as melhores notas e no final das aulas sempre rolava aquele fight, na maioria das vezes ganhávamos, com a ajuda do Senhor.

Minha irmã, que também estudava no Lyceu, na época fazia oitava série. Durante uma aula ela passou mal, vomitou, levaram ela pro hospital e descobriram que estava grávida. Meu pai ficou possesso, mas ela garantiu que era virgem e que havia engravidado por ter sentado num vaso sanitário contaminado. Minha família ficou muito contente porque Jesus Cristo também foi gerado de forma similar.

Como ela continuava pura fiquei felicíssimo, pois eu ia ganhar um sobrinho e ela poderia arrumar um bom marido evangélico. Contudo, quando ela começou a ficar barriguda, lá pelos 6 meses de gestação, a galera do colégio começou a fazer escárnio contra ela e comigo. Falvam que ela esperava o filho do ‘Tiquinho’ (tiquinho de um, tiquinho de outro).

Meu ódio por católicos crescia a cada dia, chegou um ponto que eu tinha que parar de sentir raiva e agir.

Após o culto das 18 o pessoal jovem se reunia e ficava conversando, falei com meus truta do preconceito que eu estava sofrendo no colégio e das maldades que os católicos praticavam por lá contra minha irmã. Disse que eu ia aprontar uma com eles; Saulo, que era muito apegado, deu a idéia de soltar uma bomba na Igreja da Matriz, que ficava lá pertinho.

Domingos preparamos tudo, compramos um rojão e um cigarro Derby Azul, tiramos o filtro do cigarro e o colocamos no pavio do foguete, tapamos a boca do foguete com durepox e silvertape pra explodir tudo lá dentro. Entramos na Igreja na hora da missa, imitando católicos, com roupas fora de moda e botina. Saulo, que era mais malandro, sorrateiramente colocou estrategicamente o aparato bélico atrás do santo , acendeu o cigarro e sentou ao meu lado. Ficamos lá esperando. Estimei aproximadamente 5 minutos pra explosão.

BombIgreja lotado, cheia daqueles católicos, o velho de saia lá na frente começou a tal missa, falando um monte de bobagem de santo e tal. Quando o cigarro queimou e acionou o foguete deu pra escutar um rastilho de pólvora fazendo “Tssssss”, todos lá olharam pra Santa, alguns segundos de silêncio e após isso um tremendo”BUUUUUM!”, o santo vôou alto, as pessoas correram assustadas, foi um verdadeiro samba-do-crioulo-doido.

Saímos correndo daquele antro de perdição e fomos pra casa, rimos muito. Segunda-feira na hora do culto contamos do feito do pastor, ele disse que tinha ouvido falar do ocorrido e nos parabenizou pela coragem, disse que Cristo nos reservava lugar especial em seu coração.

A Mensagem

postado em: Testemunhos de Fé
04/07

Oi, meu nome é Dênis, tenho 13 anos e sou da Igreja Internacional. Em outubro do mês passado meu pai, juntamente com os missionários, foi ao Iraque tentar converter os muçulmanos ao protestantismo, fizeram um trabalho muito bonito lá, inclusive hoje há uma Igreja Internacional em pleno funcionamento em Cabul.

Muitos irão questionar a veracidade dos fatos, porque o país se encontra em Guerra. Mas quem crê em Deus nada teme, e muitas das missões foram feitas em meio à tiroteios.

Numa dessas peregrinações, meu pai em suas andanças passava pelas ruas de Bagdá e avistou um soldado americano (marine), morto, com uma metralhadora M-16 à tira-colo e um notebook do exército americano. Como eu sempre quis ter um computador, ele foi lá, pegou o laptop e me trouxe.

Quando ele voltou com o computador fiquei muito feliz! O notebook era muito bonito, reforçado, pegava internet à satélite, veio com o windows 7, 8gb de RAM, bateria durava 24 horas e tinha carregador solar. Nem precisava ligar na tomada. Passava o dia inteiro jogando Crysis com todos os efeitos ligados.

Foi num sábado, depois de 6 horas ininterruptas de jogatina finalmente fui dormir, e Deus me fez uma revelação através de um sonho: Vi o Soldado, bastante pálido e cheio de furos no corpo, pelado com a metralhadora. Ele se aproximou e falou comigo, fez diversas súplicas, chorando. Estava realmente desesperado. Ele falou comigo por bastante tempo. Como eu não sei inglês não entendi nada.

Acordei e contei pro meu pai do sonho, ele ficou deveras assustado e marcou um batismo para mim e o notebook na piscina sagrada na Igreja Internacional. Entrei na piscina junto com o computador, saí de lá de alma lavada e nunca mais sonhei com o soldado morto. O notebook também nunca mais funcionou.

Hemorroida – Anus Maleficarum

postado em: Testemunhos de Fé
23/11

Meu nome é Maciel, tenho 36 anos e sou Obreiro na Igreja Internacional. Em outubro notei um sangramento nas minhas cuecas, fiquei muito preocupado. No banheiro fiquei em decúbito ventral e com o auxilio do espelho notei um grande inchaço, eram hemorróidas. Pra quem não sabe isto é uma doença muito comum, uma veia estufada no ânus.

Mesmo sendo uma coisa muito comum não contei pra ninguém, nem mesmo pra minha esposa. Cogitei em ir ao médico pois os sangramentos pioraram e incomodava bastante, principalmente na hora de evacuar e também no escritório onde eu tinha que ficar sentado o dia inteiro. Me imaginei lá na consulta, tendo que me mostrar pro doutor, ia ser muita humilhação ficar naquela posição. Eu sou um homem de Deus, não podia me sujeitar àquilo.

Aguardei. Duas semanas passadas e a enfermidade persistia. Coloquei na cabeça que se eu não tomasse uma atitude a hemorragia não iria parar, e como é uma região suja, é sujeita à todo tipo de infecção. Um dia após o culto, chamei pastor Abimael em particular e, muito envergonhado, lhe contei de minha maleita.

Abimael, um homem muito experiente em Cristo, me acalmou, disse que havia uma cura imediata, porém eu teria que passar por uma prova de fogo. Após esta prova eu sairia renovado, um homem mais forte. Ele disse que ia me preparar uma unção e que no dia seguinte iria me passar todos os passos para efetuar o milagre da cura.

Neste dia fui pra casa mais aliviado. Minha esposa reparou que eu estava mais radiante. Nestas semanas que fiquei guardando os problemas só para mim fiquei muito calado e arredio. Tinha que lavar minhas próprias cuecas para ela não perceber minha doença. Dormi e sonhei com Cristo.

N’outro dia lá pelas 10 da manhã Abimael estacionou o sua Hilux na porta de minha casa e buzinou.
- “Maciel!” gritou.
Desci rápido e o cumprimentei.
- “Olha aqui, Maciel, trouxe tudo que você precisa.”
Me entregou o óleo da unção espiritual e uma enxada. Isso mesmo, uma enxada, daquelas ferramentas de carpidar o mato.
- “Mas pra que isso, Abimael?”
Ele me contou que aprendera esse antigo método quando ainda trabalhava numa fazenda em Ilhéus, e que era usado desde os tempos bíblicos para curar a maleita. Um mal que persegue o homem desde o princípio para testar a força da fé.

Fui devidamente instruído. A enxada deveria ficar ao Sol até ficar bem quente, após se daria a graça e o batismo seria feito com a unção do óleo sagrado, que era uma mistura de iodo e água do rio Jordão.

Abimael se ofereceu para me ajudar no processo. Eu neguei, disse que era algo que precisava fazer sozinho. O teste de fogo.

Entrei sorrateiro em casa e posicionei estrategicamente a enxada atrás de um arbusto onde o mesmo ficaria oculto, porém recebendo luminosidade Solar. Voltei para a cozinha e aguardei até 11:30, Sol à pino. Tomei coragem e falei: – Deus, dai-me forças, é agora!

Levantei-me com um ímpeto de guerreiro, beijei minha mulher apaixonadamente no rosto. Ela até se surpreendeu. Eu disse para ela terminar o almoço porque havia algo que eu precisava fazer.

EnxadaAdentrei meu vasto quintal, toquei a enxada, esta fervia no ardor de Cristo. Retirei minhas vestimentas, respirei fundo e sentei. A dor. Suprimi um grito, escorreram lágrimas, mas tive fé e muita perseverança, talvez a maior em toda minha vida. Senti o ferro esfriar, apliquei o óleo de unção. Ardeu bastante.

Me recompus, vesti minhas calças e disfarçando a dor almocei. Minha esposa me perguntou porque eu estava sujo de terra. Não respondi, fui para minha alcova descansar. No banheiro chequei de novo estava bem avermelhado, nos dias que se passaram uma grossa crosta se formou, foram tempos difíceis, mas finalmente, após tudo cicatrizado eu era um novo homem. Minha saúde retornara, e como Abimael garantira, eu havia me tornado um homem mais forte e com uma fé multiplicada.

A Eterna Glória.

- Obreiro Maciel -

A tentação de Abimael

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04/07

Me chamo Abimael, sou natural de Sapé – PB mas atualmente resido no Rio de Janeiro. Na década de 50, quando minha família mudou-se para o sudeste, eu tinha apenas 10 anos de idade, mas já trabalhava num dos poucos engenhos de açúcar que restaram na Paraíba. Era uma vida sofrida, trabalhava na moenda. O momento mais difícil da minha vida foi ver meu irmão, Cléberson, acidentando-se. Em um momento de brincadeira (indevida para aquele local), ele tropeçou num balde cheio de água e caiu no triturador.

Naquele momento, senti um vazio dentro de mim. Cléberson era meu irmão-melhor amigo, era ele quem brincava, estudava e trabalhava comigo, apesar de minha mãe ter gerado 6 homens e 4 mulheres. Depois desse incidente nunca mais fui o mesmo. Durante a “peregrinação” até o Rio, era como se eu deixasse minha alma na Paraíba…

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“Saudades, Cléberson”

Nos primeiros dias na capital, meu pai procurava trabalho em todos os lugares possíveis, enquanto minha mãe trabalhava de doméstica numa casa de família. Ela recebia o equivalente a dois salários mínimos (atuais). Era bem tratada, recebia cuidados médicos, era auxiliada no transporte e às vezes dormia lá para cuidar do Júnior (o filho mais novo do casal). Toda aquela mordomia me intrigava, mas como eu tinha apenas 10 anos ninguém me ouvia. Certo dia fui ajudar minha mãe no trabalho, enquanto ela limpava a casa eu aparava a grama do quintal e lavava o carro. Mas como criança é curiosa, achei um dia de abrir o porta-luvas do carro. Deparei-me com um panfleto preto com letras vermelhas, que dizia mais ou menos isso:

“Casa espírita do Pai José D’angola -Traga a foto do seu parente falecido e converse com ele.”

Consulta espiritual Naquele momento meu coração leviano se encheu de esperanças: Eu finalmente iria rever meu amado irmão!

Comecei a juntar dinheiro. Guardava-o enterrado no quintal da barraca que morava. Aquela era a oportunidade da minha vida. Com pouco mais de dois meses eu já tinha a quantia suficiente para reencontrar meu irmão Cléberson. Voltei pra casa por volta das 17 horas, era uma sexta-feira. Tomei café com bolacha e fui dormir. Quando o relógio apontou 23:15 eu saí de modo furtivo para não chamar a atenção. Cheguei ao Centro Espírita indicado no endereço. Era um galpão cercado por um muro de aproximadamente 3 metros de altura. A cada pilastra, tinha uma crânio de cavalo iluminado por um candeeiro. A vegetação em torno daquele lugar era morta e contorcida, nem ao menos um pouco de grama parecia sobreviver àquele solo.

Tomei coragem e entrei pelo portão principal que estava entreaberto. Ao passo que caminhava aquele ambiente ia ficando cada vez mais mórbido. Lá dentro algumas mulheres estavam escoradas num poste, pelas vestes pareciam prostitutas.Enfim,adentrei àquele recinto e fui logo procurando o Pai José D’angola. Sentamos numa mesa redonda e coberta por um tecido fino, da cor branca e com algumas gravuras, entre elas um pentagrama e um bode com chifres tortos.

Começamos a consulta e logo senti um vento frio atravessar minhas vestes, Pai José deu um salto para trás e ficou em decúbito ventral, bradando algumas palavras incompreensíveis, junto com grunhidos roucos. Logo em seguida ouvi uma voz aguda e aparentemente angustiada, ERA MEU IRMÃO! Reconheci prontamente a sua voz. Ele rapidamente falou para eu fugir daquele local, disse que minha vida corria riscos e que eu só estaria a salvo num templo evangélico. Assim que ele falou isso, Pai José retomou a consciência. Eu,apavorado, joguei todo o meu dinheiro em cima da mesa e parti em disparada na direção da rua.Lágrimas corriam em minha face.

Já em alta madrugada cheguei em casa. Abri a porta e tropecei no armário da cozinha. Minha mãe assustada veio ver o que era. Eu estava chorando e tremendo de medo. Contei para ela o que havia acontecido. Na manhã seguinte ela pediu demissão do seu trabalho. Fomos a um Culto Evangélico para recebermos a rosa do descarrego. Apesar de desempregada, com a palavra do Pastor nos tocou a alma. Daquele dia em diante minha família apenas venceu.

Hoje sou Pastor, tenho quatro filhos com minha amada esposa Judite. Graças ao bom Deus minha meus irmãos vivem bem (todos evangélicos), meus pais formam o casal de idosos mais bonito e apaixonado do mundo.Essa é a lição que fica.Não adianta procurar outras formas de felicidade, ela só virá com Cristo.

TORNE-SE EVANGÉLICO E PISE NA CABEÇA DO DEMONIO PARA SUBIR OS DEGRAUS DA VIDA!

Pastor Abimael